Gravataí propõe criação de 400 vagas para agentes de Educação Especial Inclusiva

O prefeito Luiz Zaffalon encaminhou à Câmara Municipal um projeto de lei que prevê a criação de 400 vagas para o cargo de Agente de Educação Especial Inclusiva em Gravataí. A proposta tem como objetivo ampliar o suporte oferecido aos estudantes da Educação Especial nas escolas municipais e qualificar o atendimento inclusivo na rede pública.

Atualmente, cerca de 2.700 alunos da Educação Especial estão matriculados na rede municipal de ensino. Com a criação do novo cargo, a administração municipal busca reforçar o acompanhamento desses estudantes em atividades essenciais do cotidiano escolar.

“Esse projeto de lei para a contratação de monitores é importante para toda a cidade, em especial para os alunos da Educação Especial e suas famílias. Sabemos do debate sobre a necessidade de mais profissionais para qualificar o ensino inclusivo na rede municipal e buscamos, com medidas como essa, avançar permanentemente nessa pauta”, destaca o prefeito Luiz Zaffalon.

Entre as atribuições previstas para o Agente de Educação Especial Inclusiva está o auxílio a alunos com impedimentos físicos, mentais, intelectuais ou sensoriais que gerem dificuldades permanentes ou temporárias no ambiente escolar. O trabalho inclui apoio em atividades relacionadas à comunicação, alimentação, higiene e locomoção dentro dos espaços das escolas.

Segundo a secretária municipal de Educação, Aurelise Braun, a criação do cargo representa um avanço para a estrutura da rede municipal. A previsão é que as contratações emergenciais ocorram ainda no segundo semestre, por meio de processo seletivo, até a conclusão do concurso público.

“A criação desse novo cargo da educação, com previsão de 400 vagas em lei, contemplando três níveis de carreira (ensino médio, graduação e pós-graduação) é uma conquista histórica para a rede municipal. Pretendemos, já neste segundo semestre, fazer a contratação emergencial destes profissionais via processo seletivo, até que o concurso público seja finalizado”, explica a secretária municipal de Educação, Aurelise Braun.

Para ocupar o cargo, será exigido ensino médio completo, curso de capacitação na área da Educação Especial com carga mínima de 180 horas e experiência profissional com crianças e adolescentes por, pelo menos, seis meses. A comprovação deverá ser feita por meio de Carteira Profissional, declaração ou atestado emitido pela instituição onde a experiência foi exercida.

Foto: Gabriel Muniz

 

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Wagner Andrade
Wagner Andradehttps://realnews.com.br/
Eu falo o que não querem ouvir. Política, futebol e intensidade. Se é pra sentir, segue. Se é pra fugir, cala.

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