A Sociedade Brasileira de Pediatria fez um alerta: crianças e adolescentes estão utilizando “canetas emagrecedoras” sem controle. Isso está deixando os médicos muito preocupados. Utilizar remédio pesado sem indicação médica, só para “secar” mais rápido, é brincar com a saúde de quem ainda tem a vida inteira pela frente. A pediatria está alertando porque o dano pode ser permanente.
O termo “caneta emagrecedora” soa tão inofensivo, quase como um acessório de papelaria que a gente guarda no estojo. E é justamente aí que mora o perigo, ao ser um medicamento sério e estamos falando de substâncias potentes que mexem com o metabolismo. Não são “canetinhas”, são tratamentos médicos que precisam de critério.
O uso de canetas emagrecedoras por jovens preocupa médicos
As evidências comprovam que, quando indicadas corretamente e com acompanhamento médico, essas medicações salvam vidas e auxiliam no tratamento de doenças. O problema começa quando essa ideia de “facilitador” vira um comportamento social perigoso.
Se o jovem utiliza isso sem indicação, ele está, na prática, boicotando o próprio desenvolvimento. Adolescência é a fase de construir a estrutura que o corpo vai carregar a vida inteira, como ossos, músculos, sistema imunológico. Cortar nutrientes essenciais por conta própria é apostar um futuro saudável por um resultado estético passageiro.
É urgente que a gente pare de tratar saúde como se fosse algo descartável ou fácil de resolver com um clique. Medicamento é coisa séria, e quanto mais cedo a gente desmistificar essa “facilidade” da caneta, melhor vai ser a relação dos jovens com o próprio corpo. Vamos valorizar o acompanhamento profissional e parar de achar que todo atalho é, na verdade, um caminho seguro.
O problema é que tem muito jovem tratando medicação pesada como se fosse um “atalho” inofensivo. Mas, sendo bem direta: utilizar isso sem necessidade médica é um risco gigante. Adolescente ainda está em plena fase de crescimento, os ossos estão se formando e o corpo precisa de um combustível de qualidade, como nutrientes, vitaminas e energia para se desenvolver direito.
Quando você corta a fome de forma agressiva com essas substâncias, o corpo acaba entrando num déficit perigoso. Pode atrapalhar o ganho de massa muscular e até comprometer a estrutura óssea lá na frente. Não vale a pena trocar a saúde futura por um padrão estético momentâneo. Se a questão é peso, o caminho é procurar um bom médico ou nutricionista. Saúde não é sobre passar fome ou seguir dica de rede social, é sobre viver com energia e respeito pelo próprio corpo.
Quando um jovem utiliza essas medicações sem uma indicação médica rigorosa e sem acompanhamento, ele corre o risco de:
- Reduzir drasticamente a ingestão de nutrientes: Isso pode comprometer o crescimento e o desenvolvimento físico adequado.
- Prejudicar a massa muscular: O corpo pode começar a consumir os próprios tecidos para se manter, afetando o desenvolvimento físico futuro.
- Comprometer a saúde óssea: A carência nutricional nessa fase pode trazer problemas estruturais que serão sentidos apenas na vida adulta.
Foto: Matthew Horwood





