Guardiola surge como principal nome para o renascimento da seleção italiana

A ideia de ver Pep Guardiola no comando da seleção italiana parece improvável à primeira vista, mas em Brescia, cidade onde o espanhol deixou marcas fortes na passagem como jogador, ninguém trata o assunto como fantasia. Pelo contrário: há quem garanta que o técnico do Manchester City enxerga com bons olhos a chance de dirigir uma seleção, especialmente uma com a qual mantém vínculos afetivos tão profundos.

Guardiola tem vontade de comandar uma seleção. Assim como Carlo Ancelotti decidiu assumir o Brasil após vencer tudo no futebol comandando clubes, Pep pode buscar um desafio semelhante quando encerrar o ciclo no Manchester City. E o momento ajuda: ele está na briga por mais um título da Premier League, seria o sétimo em dez anos, e deixar o clube no auge seria um desfecho perfeito.

Depois de tantos anos de pressão intensa no cotidiano dos clubes, é natural que surja o desejo de mudar o ritmo, buscar um ambiente mais coeso, unido e que o apoie em um projeto de médio prazo.

O treinador não teria pressa para escolher seu próximo passo. Mas a Itália tem. Após a terceira eliminação seguida de uma Copa do Mundo, o novo presidente da Federação Italiana de Futebol pode tentar acelerar esse processo.

Se há alguns anos tudo isso soaria improvável, hoje a conversa mudou. Guardiola na seleção italiana não é mais apenas um sonho distante. É um cenário que, pelos laços, pela fase e pela ambição, já não parece tão impossível.

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