O setor laboratorial brasileiro registra expansão contínua na adoção de instrumentos especializados de limpeza, reflexo do aumento das exigências regulatórias e da ampliação das operações de análise clínica, pesquisa e produção farmacêutica no país.
O mercado de laboratórios no Brasil vem crescendo impulsionado pela demanda por diagnósticos e controle de qualidade, o que amplia a necessidade de ferramentas técnicas adequadas para a limpeza de equipamentos delicados. O Manual de Limpeza e Desinfecção de Superfícies da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) estabelece que o uso de instrumentos adequados de higienização integra as boas práticas em ambientes laboratoriais e farmacêuticos, com vistas à prevenção de contaminações cruzadas que podem invalidar experimentos ou comprometer a segurança dos profissionais.
As escovas para laboratórios são fabricadas com cerdas de crina animal revestida em PVC ou nylon atóxico, materiais que aliam flexibilidade e resistência sem provocar abrasão nas superfícies de vidro. As hastes, geralmente de aço inoxidável ou material resistente a agentes químicos, permitem alcançar regiões internas de difícil acesso, como gargalos e curvas de vidrarias como provetas, balões volumétricos, buretas e pipetas.
Segundo Jefferson Weinberger, diretor comercial da Weinberger, "a escolha do modelo correto para cada tipo de vidraria é determinante para evitar o acúmulo de resíduos e preservar a integridade dos materiais, fatores diretamente associados à precisão das análises realizadas". O profissional observa ainda que a substituição periódica das escovas, em conformidade com os protocolos de biossegurança vigentes, compôe parte essencial da rotina de controle de qualidade nos laboratórios.



