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Reencontros e novos sonhos, as Gurias Coloradas iniciam 2026

O calendário virou, mas no SESC Protásio Alves parecia que o tempo fez questão de sorrir primeiro. Não um sorriso qualquer — daqueles largos, sinceros, que nascem antes mesmo da bola rolar. O sorriso das atletas. O mesmo que denuncia sonho, responsabilidade e vontade de escrever mais um capítulo com a camisa vermelha no peito.

A temporada 2026 começou oficialmente, e junto com ela veio aquele ritual que não sai do roteiro, mas nunca perde o encanto: novas caras se misturando a rostos já conhecidos, histórias antigas reencontrando páginas em branco. As Gurias Coloradas se reapresentaram com a leveza de quem sabe o peso que carrega, mas escolhe transformá-lo em combustível.

Há quem volte para continuar. Gabi Barbieri retorna ao gol com a segurança de quem conhece o caminho e entende o significado do escudo que defende. A zagueira Sorriso — nome que combina com o ambiente — reaparece para sustentar a defesa e também a identidade do grupo. Sol, no ataque, volta para fazer o que sempre fez: iluminar jogos, decidir momentos, lembrar que o futebol também é poesia em movimento.

E há quem chegue para começar tudo do zero. Valéria, atacante, traz a fome de quem quer escrever seu nome com entrega e intensidade. A zagueira Demora chega para somar, aprender o ritmo do clube e ajudar a construir uma defesa sólida. Lelê, no meio-campo, chega com a missão de organizar ideias, dar ritmo e conectar setores, sendo ponto de equilíbrio dentro de campo. São novas histórias que ainda não sabem como terminam — e talvez por isso sejam tão bonitas.

Diretoria presente, comissão técnica atenta, elenco reunido. Objetivos claros, expectativas altas. O Inter feminino não se reapresenta apenas para treinar: se reapresenta para continuar existindo, resistindo e competindo em um cenário que ainda exige luta diária. Cada sorriso visto ali carrega uma promessa silenciosa.

Que seja um grande ano para as Gurias Coloradas. Que venham os desafios, as quedas e as vitórias. Que os títulos sejam consequência do trabalho — e que o final seja o mesmo de sempre: história escrita, camisa honrada e o vermelho vivo, pulsando, dentro e fora de campo.

 

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