O caso envolvendo Thales Neves Alves Machado, secretário de 40 anos, choca e revolta. Segundo as informações divulgadas, ele matou o próprio filho de 12 anos, feriu o outro e depois tirou a própria vida. Tudo isso em meio a uma crise conjugal, após 15 anos de casamento.
É impossível não se indignar!
Nada — absolutamente nada — justifica um pai transformar os próprios filhos em alvo de vingança por causa de problemas no casamento. Traição se resolve com separação. Com divórcio. Com conversa. Com distância. Mas nunca com violência.
Quando um adulto decide agir movido por ego ferido, quem paga o preço são as crianças. E isso é inaceitável.
Também surgem questionamentos sobre o contexto familiar, sobre sinais que poderiam ter sido percebidos, sobre decisões tomadas. Mas a responsabilidade principal recai sobre quem cometeu o ato. Foi uma escolha. Uma decisão trágica que destruiu uma família inteira.
Enquanto tantos pais lutam na Justiça para poder conviver com seus filhos, um homem joga fora a própria paternidade da forma mais brutal possível.
O que fica é a dor, a revolta e a reflexão urgente sobre saúde mental, controle emocional e violência dentro de casa — que muitas vezes acontece longe das câmeras, mas perto demais das vítimas.



