De acordo com uma pesquisa da ResearchAndMarkets, noticiada pelo portal Revista do Frio, o mercado de filtros de ar-condicionado movimentou US$ 3,4 bilhões em 2022. As projeções do levantamento apontam, ainda, uma taxa de crescimento anual de 8% até 2030, quando deve alcançar a marca de US$ 6,2 bilhões.
José Lopes, diretor comercial da SpeedAir, especializada na fabricação e comercialização de filtros de ar e equipamentos de filtragem, afirma que a empresa tem buscado acompanhar o avanço das tecnologias voltadas à eficiência energética e à automação dos sistemas de filtragem.
"Estamos investindo no desenvolvimento de soluções mais modulares, filtros de maior durabilidade e menor impacto ambiental. Além disso, buscamos melhorias nos meios filtrantes, com objetivo de garantir uma performance mais alta com menor perda de carga", explica.
O profissional também destaca a evolução de tecnologias que envolvem IoT (Internet das Coisas; Internet of Things, em inglês), sensores inteligentes e novos materiais aplicados à filtragem de ar. Segundo ele, essas inovações serão fundamentais para tornar os sistemas cada vez mais eficientes.
"Os avanços em materiais filtrantes, como o uso de nanofibras e meios com propriedades antimicrobianas, indicam um caminho promissor para aumentar a performance e a segurança dos ambientes", analisa.
De acordo com o especialista, nos últimos anos, as principais tendências do setor envolvem a busca por eficiência energética aliada à alta performance na retenção de partículas, soluções mais sustentáveis, como produtos recicláveis e meios filtrantes com menor impacto ambiental, além da digitalização dos sistemas de HVAC (Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado), com soluções conectadas e inteligentes.
Qualidade do ar no centro das discussões
O diretor comercial da SpeedAir destaca que o período pós-pandemia colocou o tema da qualidade do ar interno no centro das discussões, especialmente em ambientes fechados, como hospitais, escritórios e indústrias farmacêuticas.
Essas mudanças, conforme José explica, elevaram as exigências em relação à filtragem de partículas virais e bacterianas, o que aumentou a demanda por filtros HEPA, ULPA e por tecnologias complementares, como sistemas de purificação ativa e luz UV.
"Houve também uma mudança de mentalidade: hoje, o ar limpo é visto como parte essencial da saúde ocupacional", acrescenta.
Atualmente, as queixas mais frequentes estão relacionadas ao custo de manutenção, à vida útil dos filtros e à dificuldade em identificar o momento ideal para a troca, segundo o profissional.
"Em muitos casos, os clientes também relatam falta de orientação técnica sobre qual filtro é mais adequado para sua aplicação", informa.
Diante do cenário, a SpeedAir tem atuado com foco em capacitar sua equipe comercial para orientar o cliente de forma consultiva, explicando os impactos da má escolha de filtros e da negligência com a manutenção.
"Acreditamos que o conhecimento técnico é uma ferramenta poderosa. Por isso, realizamos treinamentos presenciais e estamos presentes em eventos e feiras do setor", finaliza José Lopes.
Para mais informações, basta acessar: https://speedair.ind.br/



