Uma denúncia anônima levou a Polícia Civil a retomar, nesta terça-feira (30), as buscas pelos corpos da família Aguiar. As novas informações apontavam que as vítimas poderiam estar enterradas na Praia do Paquetá, em Canoas.
Equipes do Corpo de Bombeiros, com apoio de cães farejadores, realizaram varreduras na área ao longo do dia. No entanto, as buscas foram encerradas por volta das 15h, sem que fossem encontrados vestígios ou qualquer indício da localização dos corpos.
De acordo com o delegado Anderson Spier, responsável pela investigação, o policial militar Cristiano Domingues Francisco, ex-marido de Silvana Aguiar e apontado como principal suspeito do caso, permanece preso desde 10 de fevereiro.
Cristiano responde por oito crimes: dois feminicídios, das vítimas Silvana Aguiar e Dalmira Aguiar; um homicídio qualificado, de Isail Aguiar; além de ocultação de cadáver, fraude processual, associação criminosa, falsidade ideológica, furto e abandono de incapaz.
Também são réus no processo a atual esposa de Cristiano, Milena Ruppental Domingues, acusada de participação nos homicídios e em outros crimes, e o irmão dele, Wagner Domingues Francisco, denunciado por ocultação de cadáver, fraude processual e associação criminosa.






