Quando a deputada Erika Hilton anunciou uma denúncia contra Nikolas Ferreira por supostamente ter atrapalhado obras emergenciais em Minas Gerais, muitos deixaram de olhar para o que ele realmente tem feito de concreto em favor das pessoas e das famílias que sofreram com as chuvas e enchentes no estado. Primeiro, é importante lembrar quem é Nikolas Ferreira no cenário político nacional: nas eleições de 2022 ele foi o deputado federal mais votado da história de Minas Gerais , com cerca de 1,4 milhão de votos , e também o mais votado do Brasil naquela eleição. Isso mostra um apoio massivo da população, que escolheu sua voz e sua atuação para representá-la.
Mas falar de representatividade sem falar de ação concreta seria incompleto. Nesta última tragédia em Minas , com enchentes que deixaram dezenas de mortos, milhares de desalojados e enormes prejuízos , Nikolas não ficou apenas tratando como espetáculo político: Ação real: Mobilização e Ajuda Humanitária
Ele criou e liderou uma vaquinha solidária online para arrecadar fundos para as vítimas do desastre, pedindo ajuda do povo e de apoiadores em todo o país.
Em poucos dias, essa campanha ultrapassou a marca de mais de R$ 2,5 milhões arrecadados para serem destinados à ajuda emergencial via Cruz Vermelha e apoio direto às famílias afetadas , um volume de recursos que supera até os repasses federais imediatos para assistência, segundo notícias recentes. Parte desses recursos foi informada por ele como emendas parlamentares destinadas à reconstrução de serviços essenciais como policlínicas destruídas pelas enchentes e apoio à saúde em cidades como Juiz de Fora e Ubá, além de solicitações de infraestrutura de apoio emergencial (como caminhões-pipa e água potável).
A campanha mobilizou milhares de pessoas, com doações de diversas partes do Brasil, mostrando que a liderança de Nikolas conseguiu transformar sofrimento em ação efetiva de socorro e suporte humano.
Enquanto alguns políticos escolheram polemizar, criticar ou criar narrativas negativas, Nikolas colocou números, mobilização social e recursos reais à disposição de quem precisa. A ajuda que ele conseguiu levantar em poucos dias representa: Suporte emergencial direto às famílias desalojadas;
Recursos para entidades sérias como a Cruz Vermelha; Contribuição financeira imediata para ações de acolhimento, alimentação e abrigo, Isso é ação concreta , não retórica vazia. Em momentos de dor e tragédia, a população não quer controversa: quer ajuda.
A atuação de Nikolas mostra que, independente de posições políticas, é possível usar influência e alcance para gerar resultados tangíveis quando a situação exige , especialmente em um desastre que vitimou milhares de mineiros. Quando ajudar vira motivo de denúncia: quem está passando vergonha?
É difícil entender como, em meio a uma tragédia que atingiu o povo mineiro, a prioridade de alguns parlamentares seja abrir denúncia contra quem está mobilizando ajuda. Nikolas Ferreira foi eleito com mais de 1,4 milhão de votos , o deputado federal mais votado do Brasil em 2022. Isso não é apenas número, é representatividade. É a voz de milhões que confiaram nele para agir.
E quando Minas Gerais enfrentou enchentes, ele não ficou apenas discursando. Ele mobilizou sua base, usou sua influência, criou campanhas de arrecadação, destinou emendas e se colocou na linha de frente para socorrer famílias. Milhões foram arrecadados para apoio emergencial. Isso é ação concreta.
Agora, transformar mobilização solidária em motivo de denúncia soa desproporcional e, sim, politicamente equivocado. Erika Hilton tem todo o direito de discordar politicamente. Isso faz parte da democracia. Mas escolher atacar alguém que está ajudando o povo em meio à dor pode parecer desconexão com a realidade das famílias que precisam de apoio imediato.
Enquanto um está levantando recursos e mobilizando pessoas, o outro levanta questionamentos jurídicos. A população observa. E o povo sabe diferenciar disputa ideológica de ajuda concreta.
Quando o cidadão comum perde casa, móveis e história de vida, ele não quer embate ideológico , ele quer socorro. A política deveria ser instrumento para reconstruir, não para criar palanque em cima da tragédia. Se há divergências, que sejam debatidas com responsabilidade. Mas denunciar quem está mobilizando ajuda, no calor de uma crise, acaba gerando desgaste público desnecessário.
No fim das contas, quem ajuda o povo constrói respeito. Quem tenta deslegitimar a ajuda precisa explicar melhor suas prioridades.



