Ao longo da história, civilizações não caíram apenas por guerras externas , muitas ruíram porque apodreceram por dentro.
O antropólogo Joseph Daniel Unwin, autor de Sex and Culture, analisou dezenas de sociedades e chegou a uma conclusão inquietante:
quando a disciplina moral e sexual era abandonada, a força cultural dessas nações também entrava em declínio.
Não foi religião que disse isso.
Foi observação histórica.
Toda vez que a promiscuidade se tornou normal, que a família foi relativizada, que o prazer virou prioridade acima da responsabilidade, a sociedade começou a perder coesão, autoridade moral e identidade.
E o que vemos hoje?
Chamam de progresso aquilo que destrói fundamentos, chamam de liberdade aquilo que escraviza desejos.
Chamam de amor aquilo que é confusão.
Uma sociedade que troca princípios por impulsos não evolui ,ela se dissolve.
Não se trata de atacar pessoas,se trata de defender estrutura, se trata de proteger crianças, se trata de preservar a família.
Se trata de lembrar que tudo é permitido, mas nem tudo convém.
Quando o certo vira opressão e o errado vira bandeira, estamos diante de um sintoma claro de decadência moral.
A Bíblia já alertava há milênios que quando o homem faz o que acha certo aos seus próprios olhos, o resultado é caos.
Sem moralidade, não há estabilidade, sem família forte, não há nação forte.
Sem verdade, não há liberdade, defender valores não é ódio, é responsabilidade histórica.
E quem ama de verdade não se cala diante da destruição dos fundamentos.
Liberdade sem responsabilidade não constrói futuro.
Família forte sustenta sociedade forte, defender valores não é ódio, é compromisso com a verdade.



