Gravataí inicia mapeamento para reforçar combate ao mosquito da dengue

Reconhecimento geográfico é etapa essencial para planejar ações contra o Aedes aegypti no município

 

Teve início na última segunda-feira (16) o processo de reconhecimento geográfico (RG) em Gravataí, uma etapa fundamental para o planejamento das ações de vigilância e combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya.

A atividade é coordenada pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS), por meio do Departamento de Vigilância em Saúde (Viemsa), e consiste no mapeamento detalhado de quarteirões, imóveis, ruas e terrenos baldios em diferentes regiões da cidade.

De acordo com a coordenadora do Núcleo de Vigilância dos Riscos e Agravos Ambientais Biológicos (NVRAAB), Clarissa Spolaore, o processo é contínuo e essencial para a efetividade das ações. Segundo ela, o reconhecimento geográfico permite adaptar as estratégias de combate conforme as mudanças no perfil urbano do município.

O responsável técnico pelo NVRAAB, Róbinson Martins Korschner, destaca que o levantamento é a base para a organização das ações de campo. Conforme ele, o RG orienta atividades como inspeções, pesquisas entomológicas e aplicação de medidas de controle do vetor.

Durante o trabalho, os Agentes de Combate às Endemias (ACE) podem precisar acessar residências, sempre devidamente identificados com crachá e colete, e apenas com autorização dos moradores. A orientação é que a população colabore, já que a ação é voltada à prevenção e ao combate às endemias.

Para agilizar o levantamento de dados, os agentes utilizam tablets, o que permite registrar e armazenar as informações de forma digital, tornando o processo mais eficiente e preciso.

 

 

 

 

Foto: Divulgação 

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Peter Jaques
Peter Jaqueshttp://realnews.com.br
Peter Jaques é jornalista e criador de conteúdo apaixonado por contar histórias autênticas — do jornalismo esportivo à cobertura musical independente. Já atuou como repórter na Real News, acompanhando de perto as emoções do Sport Club Internacional, e também deu voz à cena alternativa em projetos como Preto No Metal e Motim Underground. Formado em Jornalismo pela UNIFRAN, une reportagem, locução e produção digital para criar conteúdos que informam, conectam e emocionam. Entre o campo e os palcos, sua escrita se destaca pelo olhar crítico e pela capacidade de envolver o público, sempre valorizando a experiência humana por trás de cada história.
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