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segunda-feira, setembro 20, 2021

Fique em casa, arrombado, a economia a gente vê depois. Mas, o depois chegou.

O que eles fizeram por nós? Nada, absolutamente nada a não ser travar o progresso e alimentar a restrição de nossa liberdade. Eles quem? A esquerda.

No início da pandemia, entre março e abril de 2020, a Esquerda divulgou e defendeu a seguinte narrativa: “Fique em casa, a economia a gente vê depois”.
Penso que podemos compreender essa narrativa como sendo resultado de algumas teses.
Que teses parecem estar por trás da narrativa?
A primeira tese é a seguinte: prioriza-se a saúde em detrimento da economia. Permanecer em casa por dias e, até meses, sem realizar atividades laborais, faz com que haja, inevitavelmente, uma interferência negativa na economia e na vida do indivíduo por diversos motivos. Mas, em compensação, a vida estaria garantida, ou seja, apesar das consequências negativas como desemprego, falência e demais fatores econômicos, a saúde estaria preservada, talvez a mental não.
A segunda tese, que está interligada à primeira, é a seguinte: o Lockdown é um meio efetivo para combater o vírus. Sustenta-se que quanto menos pessoas saírem de suas residências, menos haverá transmissão viral, pois, reduzindo o contato entre as pessoas, o vírus não “circularia”.
E a terceira tese, que também está interligada às duas primeira e é um resultado destas, é a seguinte: há modos de analisarmos as consequências econômicas de modo a recuperarmos ou amenizarmos os déficits. O ponto que está em jogo aqui é que, na medida em que a pessoa defende as duas primeiras teses, ela já sabe que a economia será afetada negativamente, ou seja, ela tem a consciência de que está comprometida em ter que, posteriormente, desenvolver e aplicar métodos com objetivo de recuperar ou amenizar o prejuízo econômico.


A narrativa é muito clara: “a economia a gente vê depois”. O que significa? Que, na medida em que as pessoas ficarem em casa, a economia irá ruir, mas, quando isso acontecer, nós podemos estudar esse problema para desenvolver métodos para resolvê-lo.
Não vou entrar no debate de desenvolver contra-argumentos para as duas primeiras teses, pois são temas que já discuto desde o início da pandemia, a saber, que economia e saúde são, AMBAS, prioritárias, pois, se houver problemas na economia, as pessoas ficam doentes, então, não temos como priorizar uma em detrimento da outra; e que não há evidências científicas de que o Lockdown é efetivo para combater a pandemia.


O ponto que quero que tu, leitor, reflitas comigo, está na seguinte pergunta que te quero fazer. Pensa comigo. Se a Esquerda se comprometeu com as duas primeiras teses, então ela já sabia que haveria problemas importantes na economia; no entanto, para deixar o cidadão tranquilo, ela se comprometeu em analisar as consequências negativas para superá-las. Em outras palavras, você vai perder seu emprego, terá seu salário diminuído, entrará em falência, ficará negativo sua conta bancária e não conseguirá pagar suas contas, mas fiquei tranquilo, pois, quando chegar esse momento (lembre-se: “a economia a gente vê depois”), nós iremos trabalhar arduamente para amenizar ou superar todo o caos econômico de sua vida.
Pergunta: o que a Esquerda está fazendo para amenizar ou superar o caos econômico no qual ela sabia que haveria? Pensa quais são os projetos que ela está propondo para nos tirar desse caos?
Algumas medidas que temos acompanhado por parte da Esquerda foi a CPI do Covid que é realizada por meio de nosso dinheiro. Até agora a CPI não realizou inquérito à governadora do PT Fátima Bezerra (Rondônia) cuja gestão está sendo investigada pela PF por corrupção na área da saúde. Mas, enquanto isso, o empresário Gustavo Gayer, que é dono de uma escola de inglês, que não tem e nunca teve cargo político algum, muito menos em gestão na área da saúde, será interrogado na CPI do Covid. A preocupação não era investigar investimentos econômicos na saúde?
E quando empresários, preocupados com a economia, decidem, por livre e espontânea vontade, se manifestarem para haver soluções para amenizar ou superar a crise econômica, o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, alegou que tal manifestação era um ato “quase criminoso”. Ora, vendo que o depois chegou, e a economia entrou em dificuldades, não se pode esperar pela Esquerda a tomar as rédeas econômicas do país, então, provavelmente, empresários decidiram tomar alguma atitude. E qual o retorno que lhes foi dado? Que estão realizando ato que beira à criminalidade. Mas, para Rodrigo Maia, as coisas não parecem ser difíceis: depois de expirado prazo de presidência na Câmara, conseguiu uma oportunidade no governo Dória como Secretário.
É muito difícil e complicado quando há uma agenda política que tem como objetivo usar uma pandemia como meio para gerar caos econômico; não basta colocar o povo em medo e em pânico, tem que levá-lo também à falência. A hipótese em que chegamos é a seguinte: nunca foi pela economia… E nem mesmo pela saúde, mas sobre dominação.

Não obedeça ordens absurdas.

 

CARINA BELOMÉ

jornalista, conservadora, armamentista

DRT 20348/RS

 

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Carina Beloméhttps://realnews.com.br/
Jornalista, conservadora e patriota
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