As equipes de transição do governo Jair Bolsonaro (PL) e do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) têm nesta quinta-feira (3) sua primeira reunião, no Palácio do Planalto, em Brasília.
Do lado de Lula, o grupo será comandado pelo vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB). Do lado do atual governo, o ministro Ciro Nogueira (PP-PI), da Casa Civil, conduzirá os trabalhos. Também participarão da reunião a presidente do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), e o ex-ministro Aloizio Mercadante.
A equipe do petista contará com partidos que estiveram formalmente com Lula na campanha, além do MDB, que oficialmente ficou neutro, mas teve lideranças engajadas ao lado do petista. O PT convocou as siglas aliadas a indicarem nomes para as coordenações temáticas, o que acelerou as definições.
A equipe completa deve ser finalizada até o começo da próxima semana. Gleisi alertou aos partidos aliados que assumir a coordenação de determinada área na transição não significa ascender ao posto de ministro.
O PDT deve compor a equipe com seu líder na Câmara dos Deputados, Wolney Queiroz (PE). O presidente da legenda, Carlos Lupi, afirma que há quadros internos que podem ajudar nas áreas de educação, trabalho e previdência. Já o PV deve indicar o presidente da legenda, José Luiz Penna, que espera contribuir com nomes nas áreas de meio ambiente, cultura e desenvolvimento.
Nomes de economistas como Arminio Fraga e Persio Arida são cotados. O ex-ministro da Educação Fernando Haddad (PT) não deve integrar a equipe, mas vai montar o time que cuidará do tema, que deve contar com a socióloga Neca Setubal, aliada da também ex-ministra e deputada federal eleita Marina Silva (Rede-SP).







