Depois de tantos anos, finalmente resolveram incluir a Chiquinha em uma ilustração oficial. Impossível não pensar: e se lá em 2006 ela já tivesse sido colocada no desenho animado? A ausência sempre soou estranha para quem acompanhou a história do elenco, mas, na época, as disputas judiciais entre Chespirito e María Antonieta de las Nieves acabaram deixando a personagem de fora.
O que me deixou ainda mais intrigada foi vê-la interagindo bastante com a família Bolaños na biossérie. Isso levanta uma pergunta inevitável: será que a briga judicial enquanto Roberto ainda estava vivo tinha mesmo ligação com Florinda Meza? Essa nova ilustração reacende toda essa discussão e, sinceramente, me deixou ainda mais confusa.
Na própria biossérie, a relação entre María Antonieta e Roberto aparece como algo forte e muito afetuoso — quase como a de irmãos. Ela surge como alguém próxima, cuidadosa, presente. Uma dinâmica que contrasta com a ideia de um rompimento definitivo e frio.
No fim das contas, independentemente das disputas do passado, ver a Chiquinha novamente reconhecida traz uma sensação agridoce: alegria pela volta simbólica da personagem e curiosidade sobre tudo o que realmente aconteceu nos bastidores.
Seja como for… Bem-vinda de volta, Chiquinha!




