Canoas celebra 14 anos da Economia Solidária com ações de geração de renda e inclusão

Movimento fortalece comunidades com feiras, capacitações e incentivo a empreendimentos locais

 

Neste domingo (22), Canoas celebra o Dia Municipal da Economia Solidária, marcando 14 anos de reconhecimento oficial de um movimento baseado na cooperação, geração de renda e fortalecimento das comunidades. Instituída pela Lei nº 5.717, de 2012, a data também simboliza a criação de políticas públicas voltadas ao incentivo da economia popular solidária no município.

A trajetória teve início em 2006, com a parceria com a Unilasalle, que contribuiu para a formação dos primeiros empreendimentos. No mesmo período, foram implantados centros de capacitação nos bairros Guajuviras e Mathias Velho, além da criação do Fórum Canoense de Economia Solidária, um dos mais antigos do Rio Grande do Sul.

Em 2009, a criação da Diretoria de Economia Solidária ampliou o apoio institucional, fortalecendo iniciativas como as feiras tradicionais realizadas ao longo do ano. Desde então, o município vem consolidando ações que incentivam a autonomia financeira e o desenvolvimento local.

Atualmente, Canoas investe em capacitações, hortas comunitárias e projetos como a Feira na Estação, que amplia as oportunidades de comercialização para os empreendimentos. A população também pode conhecer e adquirir produtos da economia solidária em uma loja localizada na Estação Canoas, aberta diariamente, além de espaços na Praça da Bíblia, com atendimento ao longo de todo o ano.

Em 2026, a criação de uma comissão com vereadores reforça o compromisso do município com o desenvolvimento sustentável, inclusivo e voltado à valorização da economia local.

 

 

 

Foto: Divulgação 

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Peter Jaques
Peter Jaqueshttp://realnews.com.br
Peter Jaques é jornalista e criador de conteúdo apaixonado por contar histórias autênticas — do jornalismo esportivo à cobertura musical independente. Já atuou como repórter na Real News, acompanhando de perto as emoções do Sport Club Internacional, e também deu voz à cena alternativa em projetos como Preto No Metal e Motim Underground. Formado em Jornalismo pela UNIFRAN, une reportagem, locução e produção digital para criar conteúdos que informam, conectam e emocionam. Entre o campo e os palcos, sua escrita se destaca pelo olhar crítico e pela capacidade de envolver o público, sempre valorizando a experiência humana por trás de cada história.
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