O presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), disse nesta quinta-feira que pode ter se excedido ao determinar ontem a prisão do ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias, mas ressalvou que havia evidências fortes de que o depoente mentiu à CPI.
“Eu posso até ter me excedido. Mas, no caso específico dele, você vai pegando depoimento das pessoas e chega um momento que você tem que tomar decisões”, afirmou Aziz em entrevista coletiva a jornalistas. “Acho que as evidências em relação ao perjúrio do senhor Roberto Dias eram muito evidentes”, disse o senador, lembrando que foi cobrado pela determinação de prisão de outros depoentes que passaram pela CPI.
Aziz comentou também que lhe chamou atenção o fato de o governo “sair em defesa” de Dias após tê-lo exonerado. A demissão foi efetivada após o policial Luiz Paulo Dominguetti, que tentou vender vacinas ao governo, afirmar que o ex-diretor teria lhe feito um pedido de propina durante as negociações, mas sem apresentar provas.
“Eu posso até ter me excedido. Mas, no caso específico dele, você vai pegando depoimento das pessoas e chega um momento que você tem que tomar decisões”, afirmou Aziz em entrevista coletiva a jornalistas. “Acho que as evidências em relação ao perjúrio do senhor Roberto Dias eram muito evidentes”, disse o senador, lembrando que foi cobrado pela determinação de prisão de outros depoentes que passaram pela CPI.
Aziz comentou também que lhe chamou atenção o fato de o governo “sair em defesa” de Dias após tê-lo exonerado. A demissão foi efetivada após o policial Luiz Paulo Dominguetti, que tentou vender vacinas ao governo, afirmar que o ex-diretor teria lhe feito um pedido de propina durante as negociações, mas sem apresentar provas.
Por Amanda Pupo







