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Apoteose em Brasilia

Então, o golpe foi preparado a la Bolsonaro, com Steve e CIA sobreaviso, e Wall Street de escanteio. A turba de desaposentados de 4 estrelas em cadeira de rodas e sofás confortáveis ficou assistindo a tudo num mix de êxtase e receio, pois conhecem a obra que se lambuzaram nestes 4 anos.

Nada de muita perfeição e tudo de muita incompetência, de bravatas e solavancos fakemocionais. Havia a possibilidade de dar certo e os 4 mil militares não perderem seus gordos salários extras, pelo contrário, virarem sultões de um país de camisetas da seleção. Deram com os burros (literalmente) na água dos palácios destruídos.

Os executores viraram marmiteiros esnobes da papuda e da colméia; os mandantes do “agromadeireirominerio” pagarão multas e abonos milionários à justiça e aos seus advogados para vestirem tornozeleiras a serem manchadas de merda de vaca em seus quintais de hectares de soja e sangue.

Já os militares, os mandantes viúvos de 64, serão postos num ponto de interrogação público, um questionamento consequente de sua vil importância e gastos milionários em salários e pensões de herdeiras desocupadas. Macunaíma pulou o ovo da serpente até o Tio Sam permitir uma nova investida mais organizada e “lavajatada”.

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Ricardo Azambuja
Ricardo Azambujahttps://realnews.com.br/author/rica/
Jornalista e bancário, formado em Economia na UFSC, com pós-graduação em Ecologia e Cinema. Trabalhou como repórter, redator e subeditor de Variedades no jornal Diário Catarinense e escreveu matérias sobre politica para o blog O Cafezinho
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