A importância de corrigir um filho, mesmo quando ele já é adulto
Corrigir um filho não termina quando ele completa dezoito anos. A maioridade civil não anula a responsabilidade espiritual. Pai e mãe continuam sendo sentinelas da vida dos filhos, chamados por Deus para apontar o caminho certo, ainda que doa, ainda que cause confronto.
Amor que nunca corrige não é amor , é omissão disfarçada de carinho. A Palavra é clara: O Senhor corrige a quem ama (Hebreus 12:6). Se Deus, que é perfeito, corrige seus filhos, quem somos nós para achar que o silêncio é mais sábio que a verdade?
Quando um filho adulto escolhe caminhos tortos e ninguém o confronta, o erro cria raízes. E raiz cria fruto. O que não é tratado hoje se transforma em maldição amanhã, atingindo não só o filho, mas seus descendentes. Maldições geracionais não começam do nada , elas nascem da tolerância com o pecado, da covardia em dizer isso está errado.
Corrigir é dizer: “Eu te amo demais para te deixar se perder. Prefiro teu coração ferido agora do que tua alma destruída depois. Não fui chamado para ser apenas teu amigo, fui chamado para ser teu pai, tua mãe, tua cobertura espiritual.
A correção feita com amor quebra ciclos, interrompe heranças de dor, destrói cadeias invisíveis que atravessam gerações. Muitas famílias vivem repetindo os mesmos erros porque alguém lá atrás decidiu se calar.
Corrigir não é humilhar. Corrigir não é controlar. Corrigir é alinhar. É proteger. É obedecer a Deus.
Pai e mãe que se calam diante do erro se tornam cúmplices dele. Mas aqueles que corrigem, oram, exortam e permanecem firmes, mesmo sendo rejeitados por um tempo, plantam vida eterna.
Melhor um filho bravo hoje do que uma geração inteira sofrendo amanhã.
Quem ama corrige. Quem corrige guarda. Quem guarda, livra sua casa da maldição e libera bênção até a terceira e quarta geração , em nome de Jesus.



