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A DEMAGOGIA DAS FOCINHEIRAS: O SÍMBOLO DA SUBMISSÃO

Europa, Texas já rasgaram as suas máscaras. Se a vacina é eficaz, por que ainda submeter-se ao uso obrigatório do EPI?

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Carina Beloméhttps://realnews.com.br/
Jornalista, conservadora e patriota

Há tempos venho escrevendo acerca do uso obrigatório de máscaras e no que isso implica em nossa saúde física e mental ao ter que aturar a desaprovação de quem não vive mais sem o paninho na cara. Pasmem, implica de forma negativa e não como promovem os incauto cientistas de necrotério, pois nunca se viu tanto especialista antes, só que dessa vez sem nenhum artigo em mãos confirmando suas teses, apenas o politicamente correto como escudo.

Nesta quinta-feira, 10, presidente Bolsonaro informa que o Ministro da Saúde, Queiroga,  vai ultimar um parecer visando a DESOBRIGAÇÃO DO USO DE MÁSCARAS por parte daqueles que já foram vacinados e dos que já foram contaminados pelo Coronavírus. As máscaras só possuem utilidade para quem está doente, afirma o presidente. Bolsonaro alega que a quarentena é para quem está infectado e não para os saudáveis, pois essa medida mata os cidadãos de outra forma como desemprego e fome. Se a vacina é eficaz por que o uso de máscaras depois da imunização? Atestado de incerteza do produto?

Por óbvio, já entendemos como funciona as estratégias de dominação por grupos draconianos no poder e seus discípulos da subserviência espalhados em diversos locais como mídias, faculdades, meio político e até os telespectadores da Globo Lixo que insistem em alimentar o inimigo e a inflar os tentáculos da ditadura denunciando quem usufrui de sua liberdade, coibindo o próximo por não estar usando a mordaça em espaços abertos, inclusive. Eu mesma já recebi bilhetinho em minha porta de vizinhança tirânica impondo com texto falsamente fofinho que eu devo usar máscara mesmo sozinha no corredor do prédio. A Síndrome de Stálin está vigente e com todas as forças nesse tipo de neurorobtização pelos incautos humanistas de apartamento de luxo.

Não há em nenhum local científico de respeito que evidencie o uso de máscara ser efetiva para barrar o contágio de algum vírus, mas temos o artigo da bmjopen.bmj.com que comprova a NÃO EFICÁCIA das máscaras e sua insegurança ao individuo que se submete a essa opressão de fato. Usá-las na rua, no carro, em espaços abertos e até mesmo em supermercados não passa de um conforto mental para que nos enganemos acerca do surto viral que tem tratamento e foi escrito nesta coluna por diversas vezes, mas daqueles verdadeiros negacionistas dos medicamentos que preferem não agarrar a boia salva-vidas em nome de sua ideologia genocida, mas insistem em um mecanismo nada científico.

O estudo randomizado de cluster de máscaras de pano em comparação com máscaras médicas em profissionais de saúde, publicado em 2015, foi configurado na Ilha de Hanói, no Vietnã, em 14 hospitais de nível secundário e terciário, com 1607 profissionais de saúde acima de 18 anos, por 4 semanas consecutivas e a conclusão é que a máscara de pano retém umidade, sua reutilização e filtragem inadequada podem resultar em aumento do risco de infecção. A penetração das máscaras de tecido por partículas foi de quase 97% e as máscaras médicas de 44%. Confira o estudo completo no link bmjopen.bmj.com

Portanto, sem mais delongas, deixo ao leitor que embase o conhecimento em estudos de fato e reflita nas suas ações para com a sua própria saúde e não se deixe levar pela imposição de comportamentos pseudo-empáticos ditados por criaturas birrentas que não buscam o fato só para contrapor de forma infantil, mesquinha e burra ações do governo federal por questão ideológica apenas, passando por cima do que realmente significa e no que implica o uso de máscaras e para quem as cabe no contexto de infecção, simplesmente para poder inflar o ego de uma ideia de “superioridade” e falsa segurança do que já temos evidenciado não proteger, mas somente para retirar nosso oxigênio e nossa liberdade.

Apoio as medidas do Ministério da Saúde acerca da não obrigatoriedade do uso de máscaras e que possamos nos espelhar no Texas, EUA, que há tempos vem tirando a mordaça de seu povo e hoje é um dos Estados Americanos com menos taxa de infecção por Coronavírus e com a vida em plena harmonia, deixando ao uso voluntário de quem quiser usar o EPI sem que sejam constrangidos por estar sem esse símbolo de opressão moderna. Já aqui no Brasil, temos impositores (exemplo de Luciano Huck, senadores como Randolfe e Omar Aziz) que passeiam de bike, circulam em aeroportos sem as focinheiras e vomitam sentença  em CPI DA COVID e programas de TV para os seus telespectadores ainda adormecidos sobre suas capacidades de liberdade e curiosidade, enquanto outros idiotas úteis batem palma desvairadamente.

Imaginem se um médico usasse máscaras como nós para se proteger de vírus em uma cirurgia quando a guardamos no bolso, na bolsa, no queixo, sem cuidado nenhum? Assim é a mesma coisa para nós que não manejamos de forma correta.

Ah! Até o Brasil libertar-se das mordaças obrigatórias, a mesa do restaurante ou do bar ainda é o ferrolho onde o “vírus” da ignorância não ataca, além de tomar água e café enquanto se caminha com ela pendurada no queixo, contaminando-a para que seja usada em seguida. A Europa já manifesta seu descontentamento contra as ordens globalistas e esse exemplo deve ser seguido, assim como no Texas, onde as máscaras foram rasgadas e o escudo pela liberdade erguido.

CARINA BELOMÉ

jornalista por atuação, conservadora, armamentista, antifeminismo, anticomunismo

 

Instagram @carinabelome38

Porgramação diária – Canal Youtube Café com Carina Belomé

 

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