Segundo o MetSul, o RS pode ter uma chuva equivalente a quatro meses em apenas quatro dias.

O acúmulo de chuvas no estado do Rio Grande do Sul nos próximos dias é preocupante, principalmente nas regiões Nordeste e Norte, incluindo Planalto Central, Alto Uruguai, Serra, Litoral Norte e Apalados da Serra. Partes de Santa Catarina e Paraná também podem registrar fortes precipitações. De acordo com a MetSul Meteorologia, o clima permanece instável em áreas menores na segunda, terça, quarta e quinta-feira.

Segundo o MetSul, um ciclone deve se formar na região de terça a quarta-feira, o que é incomum nesta época do ano e é a época de maior risco. Marcações extremas são possíveis, entre 300 e 500 mm, que é o nível de chuva que normalmente cai dentro de quatro a cinco meses da semana. Portanto, os rios nessas áreas precisam de atenção devido ao potencial de inundação. São eles Pelotas, Uruguai, Mampituba, das Antas, Caí, Taquari, Paranhana, Gravataí e Jacuí, e seus afluentes.

Por outro lado, Guaíba também pode sofrer inundações devido à vazão excessiva desses rios. Portanto, os ilhéus devem estar atentos à alta probabilidade de inundações, segundo a MetSul. Encostas e morros também podem desmoronar, afetando os moradores dessas áreas e potencialmente afetando o tráfego rodoviário. Destaques de produtos como Rota do Sol, RS 122, BR 116 e BR 101. Além da chuva, pode haver ventos isolados e granizo.

Segundo a MetSul, a situação é diferente do que aconteceu nos últimos dias. Naquela época, uma frente fria avançava em uma corrente de ar quente. Agora, a causa da forte precipitação será um centro de baixa pressão que passa pelo sul do Brasil. O sistema deve se aprofundar no litoral da região entre terça e quarta-feira, principalmente entre os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Em lagoas e áreas marinhas próximas ao continente, pode haver trombas d’água.

Defesa Civil emite alerta para o estado de Santa Catarina

A Defesa Civil de Santa Catarina emitiu um alerta meteorológico para os próximos dias. “As maiores acumulações são esperadas entre os litorais oeste e sul e entre a Grande Florianópolis, onde a formação de um vórtice ciclônico potencializa as chuvas causadas pela circulação oceânica e continua no estado até quinta-feira, em meados de chuvas fortes (inundações e enxurradas) e chuvas fortes (inundações e deslizamentos de terra)”, explicou Murillo Freita, diretor de meteorologia do Serviço de Proteção Civil de Santa Catarina.

A MetSul aumentou o alarme. “A real preocupação é a chuva forte por vários dias e o eventual acúmulo em muitas cidades ficará entre 200mm e 300mm, com registros pontuais de até 400mm a 500mm entre o nordeste e sul do Rio Grande do Sul. mm.. de Santa Na madrugada e na partida da manhã deste domingo, todos os modelos numéricos regionais e globais insistem em cenários de chuvas extremas”, explica Luiz Nachtigall, que explica que Florianópoli Sri Lanka será a mais castigada das capitais do sul do país.

“O cenário é de alto risco na capital catarinense com possibilidade alta de alagamentos e inundações com perigo para a população que vive em áreas de risco como zonas de encostas. Isso porque a condição é de elevado risco para deslizamentos de terra e desmoronamentos em morros e outros pontos”, avalia. O período de maior risco para chuva forte na cidade deve ser entre a tarde e a noite da segunda e o final da quarta-feira.

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