Segue nota da Prefeitura sobre a greve na Educação
A manutenção da greve dos professores em Canoas, que se estende desde a paralisação nacional de 14 de abril, desenha um cenário preocupante para o planejamento das famílias. Com a continuidade do movimento até esta terça-feira (5), a conta da reposição já chega a 13 dias letivos, o que exigirá medidas de recuperação das aulas para o cumprimento dos 200 dias obrigatórios por lei.
Para garantir o ano letivo de 2026, a proposta de reposição deve impactar diretamente os períodos de descanso. A projeção prevê a redução do recesso de julho para apenas dois dias e o avanço das aulas até o dia 12 de janeiro de 2027.
Apesar dos avanços propostos pela Prefeitura, que afirma ter atingido seu limite financeiro para atender às reivindicações, o impasse segue penalizando direta e indiretamente 30 mil alunos que, além do prejuízo pedagógico, verão suas férias drasticamente encurtadas.
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