Casal é preso em Gravataí sob suspeita de envolvimento na morte de corretora gaúcha em Santa Catarina

Um crime de extrema violência colocou Gravataí no centro de uma investigação que vem causando forte comoção no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. A prisão de um casal no município gaúcho lançou novos desdobramentos sobre a morte da corretora de imóveis Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos.

Luciani, que residia em Florianópolis, havia desaparecido no começo de março. Dias depois, seu corpo foi encontrado em um córrego na cidade de Major Gercino, em território catarinense. A descoberta agravou a repercussão do caso e intensificou o trabalho das forças de segurança.

De acordo com os elementos apurados até o momento, a principal hipótese investigativa é a de latrocínio, caracterizado como roubo seguido de morte. A suspeita das autoridades é de que a vítima tenha sido assassinada e que o corpo tenha permanecido por alguns dias no apartamento antes de ser removido e descartado no local onde acabou sendo localizado.

Os dois detidos seriam vizinhos da corretora em Santa Catarina. A identificação dos suspeitos ocorreu após o rastreamento de compras realizadas com dados e objetos pertencentes à vítima depois do desaparecimento. Esse movimento foi considerado decisivo para o avanço das investigações.

Outro ponto que amplia a gravidade do caso é o histórico criminal atribuído ao homem preso. Segundo a apuração policial, ele já se encontrava foragido da Justiça em razão de outro latrocínio cometido em 2022.

A brutalidade do episódio, somada à aparente frieza na dinâmica do crime, provocou indignação e forte repercussão. Agora, a investigação busca esclarecer com precisão a cronologia dos fatos e verificar se houve a participação de outras pessoas na ação criminosa.

O caso permanece sob investigação.

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