Acadêmicos de Gravataí exalta a Amazônia e busca bicampeonato no Carnaval de Porto Alegre

Com enredo sobre ancestralidade e preservação, escola levou emoção e engajamento à avenida

 

Levando o tema “Amazônia Táwapayêra – A Aldeia Guardiã dos Encantos da Floresta” para a avenida, a Acadêmicos de Gravataí desfilou na madrugada de sábado para domingo no Carnaval de Porto Alegre 2026. Em busca do bicampeonato, a escola, presidida por Rita Bitencourt, apresentou um desfile marcado pelo entrosamento dos componentes, emoção e empolgação do início ao fim.

A agremiação convidou o público a mergulhar nas origens de um Brasil indígena, caboclo e ribeirinho, valorizando a floresta não apenas como espaço geográfico, mas como território sagrado, repleto de mitos, encantos e ancestralidade. A narrativa destacou a resistência dos povos originários e a defesa do “Eldorado Verde” diante das cobiças enfrentadas ao longo da história.

A apresentação também trouxe um apelo à preservação da Amazônia, considerada o “pulmão do mundo”, integrando elementos de tecnologia, sustentabilidade e a força das tradições populares.

O prefeito em exercício de Gravataí, Dilamar Soares, acompanhou o desfile ao lado do secretário municipal de Cultura, Patrick Silva, e ressaltou o desempenho da escola. “Não sou jurado, mas a Acadêmicos fez nota 10 na avenida. Ficamos muito felizes em ver a escola da nossa cidade brilhando em mais um carnaval e levando cultura e alegria por onde passa”, destacou.

 

Apuração

A apuração do Carnaval de Porto Alegre ocorre nesta segunda-feira (2), a partir das 15h. A transmissão será aberta ao público na quadra da Acadêmicos de Gravataí, localizada na Avenida Andaraí, 112, no bairro Morada do Vale III.

 

 

 

 

Foto: Divulgação 

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Peter Jaques
Peter Jaqueshttp://realnews.com.br
Peter Jaques é jornalista e criador de conteúdo apaixonado por contar histórias autênticas — do jornalismo esportivo à cobertura musical independente. Já atuou como repórter na Real News, acompanhando de perto as emoções do Sport Club Internacional, e também deu voz à cena alternativa em projetos como Preto No Metal e Motim Underground. Formado em Jornalismo pela UNIFRAN, une reportagem, locução e produção digital para criar conteúdos que informam, conectam e emocionam. Entre o campo e os palcos, sua escrita se destaca pelo olhar crítico e pela capacidade de envolver o público, sempre valorizando a experiência humana por trás de cada história.
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