A luta de um menino chamado Nick contra a leucemia deu origem a um movimento que segue transformando dor em esperança. Mesmo após sua partida, a história de coragem do garoto continua a inspirar um projeto que tem como principal missão ampliar o número de doadores de medula óssea no Brasil e ajudar pacientes que aguardam por um transplante.
O foco da iniciativa é fortalecer o REDOME (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea), essencial para aumentar as chances de compatibilidade entre doadores e pessoas em tratamento. Atualmente, milhares de brasileiros ainda esperam por um doador compatível — para muitos, essa é a única chance de sobreviver.
Além do incentivo ao cadastro no REDOME, o projeto atua em diferentes frentes. Uma delas são as campanhas de cadastro, realizadas em parceria com hemocentros de várias regiões, facilitando o acesso da população ao processo de inscrição como doador de medula. Outra ação fundamental é a doação de sangue e plaquetas, com a organização de grupos de voluntários para reforçar os estoques dos bancos de sangue, frequentemente em níveis críticos.
A participação é aberta a todos e pode acontecer de diversas formas: cadastrando-se como doador de medula, doando sangue regularmente, divulgando o projeto nas redes sociais ou atuando como voluntário nas ações e campanhas. Cada gesto conta — e pode representar a diferença entre a vida e a morte para quem espera por um transplante.
Inspirado pelo legado de Nick, o projeto reforça uma mensagem simples e poderosa: mesmo diante da perda, é possível gerar vida, esperança e novas chances. A solidariedade continua sendo o melhor remédio.



