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Não é ódio é convicção

Sou cristão, sou de direita , defendo a família.
E não tenho vergonha de dizer isso.
O Brasil é uma democracia. Assim como uma escola de samba tem o direito de homenagear quem quiser, eu também tenho o direito de discordar , e de expressar minha visão de mundo com respeito e firmeza.
Quando um desfile exalta uma figura política como Luiz Inácio Lula da Silva e, ao mesmo tempo, constrói uma narrativa que coloca evangélicos, famílias conservadoras e a direita como retrógrados, intolerantes ou inimigos da cultura, isso não é inclusão , é divisão.
Nós, cristãos, não somos inimigos da arte.
Não somos inimigos do povo.
Não somos inimigos do Brasil.
Somos homens e mulheres que acreditam na Bíblia, que oram pelos seus filhos, que trabalham duro, que pagam impostos, que ajudam os pobres, que sustentam projetos sociais, que defendem a liberdade religiosa garantida na Constituição.
Defender valores cristãos não é atacar ninguém.
Acreditar na família tradicional não é odiar outras realidades.
Ser de direita não é ser contra o povo , é ter uma visão diferente de como o país deve ser conduzido.
Eu sigo os ensinamentos de Jesus Cristo.
Ele nos ensinou a amar, mas também a permanecer firmes na verdade.
Não aceito que tentem caricaturar minha fé.
Não aceito que reduzam minha família a um estereótipo.
Não aceito que tratem conservadores como se fossem um problema a ser combatido.
Somos parte do Brasil.
Temos voz , temos voto ,temos fé.
E continuaremos defendendo nossos princípios com respeito, mas sem nos calar.
Porque ser cristã não é moda.
Ser conservadora não é atraso.
É convicção;
E convicção não se dobra à pressão cultural.
Com amor a todos , mas com firmeza nos meus valores.

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